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Split de pagamento para clínicas: 1 pagamento e múltiplos recebimentos

Entenda como o Split de Pagamento para clínicas permite dividir um único pagamento entre múltiplos recebedores e automatizar repasses.

Equipe Tooki29 de set. de 20267 min de leitura
Split de pagamento para clínicas com um pagamento dividido entre múltiplos recebedores

Receber o pagamento de uma consulta ou procedimento pode ser simples.

O desafio começa quando aquele valor precisa ser dividido entre diferentes participantes da operação.

Quanto pertence à clínica?

Quanto pertence ao profissional?

Existe outra empresa ou parceiro envolvido?

Quem precisa receber cada parte?

Quando esse processo é feito manualmente, a equipe financeira pode acabar envolvida em conferências, cálculos e repasses depois de cada recebimento.

É nesse cenário que entra o Split de Pagamento para clínicas e hospitais.

O que é Split de Pagamento?

Split significa divisão.

No contexto de pagamentos, o Split de Pagamento permite dividir automaticamente o valor de uma transação entre diferentes recebedores, conforme regras previamente configuradas.

Em uma operação tradicional, o fluxo pode acontecer assim:

Paciente paga → Clínica recebe o valor total → Financeiro calcula os repasses → Valores são transferidos posteriormente

Com Split, o fluxo pode ser estruturado de outra forma:

Paciente paga → Regra de Split é aplicada → Valor é dividido entre os recebedores

Para o paciente, continua existindo um único pagamento.

A divisão acontece nos bastidores da operação.

Um pagamento, múltiplos recebimentos

Imagine um procedimento no valor de R$ 1.000.

A operação possui três participantes:

  • Clínica
  • Profissional
  • Empresa parceira

As regras financeiras daquela operação podem determinar quanto cada participante deve receber.

Por exemplo:

  • Clínica: R$ 600
  • Profissional: R$ 300
  • Empresa parceira: R$ 100

O paciente continua realizando apenas um pagamento de R$ 1.000.

Depois da aprovação, o Split aplica as regras definidas para aquela operação.

O conceito é simples:

1 pagamento → múltiplos recebimentos

Por que o Split pode ser interessante para clínicas?

Algumas clínicas trabalham com estruturas financeiras mais complexas.

Uma única consulta, exame ou procedimento pode envolver diferentes participantes.

Por exemplo:

  • Clínica
  • Médico
  • Profissional de saúde
  • Unidade
  • Empresa parceira
  • Prestador de serviço
  • Outros participantes da operação

Quando todo o dinheiro é recebido primeiro pela clínica e dividido posteriormente, o processo pode exigir:

  • Conferência de valores
  • Cálculo de percentuais
  • Identificação do profissional
  • Controle dos repasses
  • Transferências
  • Conciliação financeira
  • Conferência de divergências

Quanto maior o volume de atendimentos, maior pode ser o trabalho administrativo.

Com o Split de Pagamento, parte desse processo pode ser automatizada conforme as regras definidas para cada operação.

Split de pagamento não substitui o sistema da clínica

É importante separar os conceitos.

A Tooki não é um ERP hospitalar ou um sistema de gestão médica.

O sistema utilizado pela clínica pode continuar sendo responsável por funções como:

  • Cadastro de pacientes
  • Agenda médica
  • Prontuário
  • Exames
  • Profissionais
  • Consultas
  • Rotinas administrativas

O Split atua na camada de pagamento e divisão financeira da transação.

Dependendo das integrações disponíveis, informações do sistema utilizado pela clínica podem ajudar a definir como aquela operação será processada.

O objetivo é complementar a estrutura existente, e não substituí-la.

Split de pagamento no PDV

O Split pode fazer parte de uma operação realizada pelo PDV.

Imagine que um paciente esteja pagando um procedimento na recepção.

O fluxo pode ser:

Atendimento → PDV → Valor → Forma de pagamento → Pagamento aprovado → Split → Múltiplos recebedores

Para o atendente, a cobrança continua sendo realizada normalmente.

A divisão financeira ocorre conforme as regras definidas para aquela operação.

Isso permite conectar:

  • Atendimento
  • Cobrança
  • Pagamento
  • Divisão financeira

Conheça também o PDV Tooki.

Split de pagamento no POS

O Split também pode fazer parte de operações realizadas pelo POS.

Isso permite levar o pagamento para diferentes pontos dentro da clínica ou hospital.

Por exemplo:

  • Recepção
  • Setor de exames
  • Consultório
  • Unidade de atendimento
  • Outros pontos de cobrança

Depois do pagamento, as regras de Split podem determinar como aquele recebimento será dividido.

Assim, o POS deixa de ser apenas uma maquininha isolada e passa a fazer parte de um fluxo financeiro mais completo.

Split de pagamento no Totem de autoatendimento

Outra possibilidade é utilizar o Split junto ao Totem de autoatendimento.

Imagine um paciente realizando o pagamento de um exame pelo Totem.

Para ele, o fluxo pode ser simples:

Identificação → Atendimento → Valor → Pagamento → Confirmação

Nos bastidores, a operação pode seguir:

Pagamento aprovado → Regra de Split → Divisão entre recebedores

O paciente não precisa conhecer toda a estrutura financeira existente por trás daquela transação.

Ele apenas realiza o pagamento.

A divisão acontece de acordo com as regras configuradas para a operação.

O Split pode variar por profissional ou serviço?

Dependendo do projeto e das regras da operação, podem existir diferentes modelos de divisão.

Uma clínica pode ter condições diferentes conforme:

  • Profissional
  • Serviço
  • Procedimento
  • Unidade
  • Empresa
  • Tipo de atendimento
  • Outros critérios definidos pela operação

Por isso, um projeto de Split não deve começar apenas pelo percentual.

Primeiro é necessário entender como funciona a operação financeira da clínica.

Split e integração com o sistema existente

Em uma operação integrada, o sistema utilizado pela clínica pode possuir informações importantes para definir o fluxo.

Por exemplo:

  • Paciente
  • Atendimento
  • Serviço
  • Procedimento
  • Profissional
  • Unidade
  • Pedido
  • Valor

Quando o sistema disponibiliza APIs compatíveis, é possível avaliar como essas informações podem ser utilizadas dentro da operação de pagamento.

Um exemplo de fluxo seria:

Sistema da clínica → Atendimento → PDV, POS ou Totem → Pagamento → Split → Confirmação

Cada integração precisa ser analisada individualmente.

Isso acontece porque cada ERP ou sistema médico possui APIs, regras e possibilidades diferentes.

Split de pagamento e conciliação

Dividir automaticamente o pagamento é importante.

Mas saber exatamente o que aconteceu com cada transação também é fundamental.

Uma operação precisa conseguir responder perguntas como:

  • Qual atendimento gerou esse pagamento?
  • Qual foi o valor total?
  • Qual forma de pagamento foi utilizada?
  • Quem participou da divisão?
  • Quanto cada recebedor recebeu?
  • Qual regra de Split foi aplicada?
  • O pagamento foi confirmado?

Por isso, Split e conciliação financeira precisam fazer parte da mesma estratégia.

Não basta apenas dividir.

É necessário organizar e acompanhar os recebimentos.

Quando uma clínica deve avaliar o Split de Pagamento?

O Split pode fazer sentido principalmente quando existe uma rotina frequente de:

  • Repasse para diferentes participantes
  • Múltiplos recebedores em uma mesma operação
  • Cálculo manual de valores
  • Conferência de percentuais
  • Transferências posteriores ao recebimento
  • Grande volume de pagamentos
  • Necessidade de melhorar a conciliação
  • Diferentes regras por serviço ou profissional

Se a equipe financeira recebe primeiro para depois calcular e distribuir os valores, existe uma oportunidade de analisar se parte dessa rotina pode ser automatizada.

PDV, POS, Totem e Split podem trabalhar juntos

Uma clínica não precisa utilizar apenas um canal de pagamento.

Uma operação pode possuir:

  • PDV para atendimento realizado pela recepção
  • POS para pagamentos em diferentes pontos da instituição
  • Totem para autoatendimento
  • Split para divisão dos valores recebidos

Assim, o Split não precisa estar limitado a apenas um canal.

Ele pode fazer parte de uma estratégia maior de pagamentos.

Um exemplo de jornada

Imagine que um paciente precise pagar R$ 800 por um procedimento.

Ele pode realizar o pagamento:

  • No PDV da recepção
  • Em um POS
  • Em um Totem de autoatendimento

Independentemente do canal utilizado, a operação pode possuir uma regra de Split.

Depois que o pagamento é aprovado:

R$ 800 → Regra de divisão → Recebedor A + Recebedor B

Para o paciente, continua sendo uma única cobrança.

Para a operação, existe uma divisão estruturada dos valores.

Automatize também o que acontece depois do pagamento

Muitas empresas investem em formas mais rápidas de receber.

PIX.

Cartão.

POS.

PDV.

Totem.

Mas existe uma pergunta importante:

O que acontece depois que o pagamento é aprovado?

Se a resposta envolve planilhas, cálculos manuais, conferências e transferências, ainda existe parte do processo financeiro que pode ser analisada.

É nesse ponto que o Split de Pagamento ganha relevância.

Como a Tooki atua?

A Tooki trabalha com soluções de:

  • Split de Pagamento
  • PDV
  • POS
  • Totem de autoatendimento
  • Pagamentos
  • Emissão fiscal
  • Integrações

Nossa proposta não é substituir o ERP ou sistema de gestão utilizado pela clínica ou hospital.

O objetivo é integrar a camada de atendimento e pagamentos à estrutura existente sempre que houver condições técnicas para isso.

Conheça a solução de Split de Pagamento da Tooki.

Sua operação recebe primeiro e repassa depois?

Se sua equipe ainda precisa receber, conferir, calcular e organizar repasses manualmente, vale analisar como esse processo está estruturado.

Automatizar o pagamento é importante. Automatizar o que acontece depois dele pode ser ainda mais relevante para a operação financeira.

Fale com um especialista da Tooki e apresente como funcionam hoje os recebimentos e repasses da sua clínica ou hospital.

Podemos avaliar como Split, PDV, POS, Totem e integrações podem fazer parte desse fluxo.

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